É só o começo do fim das nossas vidas.

 

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As vezes, me pergunto se você vai chegar a ler isso. E, se ler, o quanto vai ter medo de mim, da minha compulssão. Porque é isso que tenho e só me resta desespero. Eu simplesmente vivo você todo momento. Isso já é uma coisa insana e fica do caralho quando não é correspondido. Ou demonstrado. Whatever. Quer dizer, se fossemos esse doença mutua, nos consumiriamos e foda-se. Porque diabos tanto drama? também procuro respostas. Procuro esclarecimentos para eu não conseguir focar em outras coisas e pra o que eu fiz de tão ruim para tamanho descaso crescente… Baby, só não estou bem. Só precisava de um sacode seu, de qualquer reação que seja sua, me dizendo que está tudo bem.

On the other side

Você sai de uma reabilitação de algo, fica bem. Mas não adianta, logo você precisará de algum tratamento novamente. Vícios não se tratam, são substituidos por outros. Uns mais perceptiveis, outros mais socialmente aceitos… E aqui estou eu, para mais um tratamento comigo mesma. Sem nome, sem nada. Apenas memórias que ficam mais claras de se compreender quando vistas de fora. Apenas sentimentos angustiados que não tem mais onde vomitar.

“What else you need to know?”